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quarta-feira, 20 de abril de 2011

O voo do Pardalzinho: após primeiro gol, Max Santos sonha com decisões

Após o primeiro gol com a camisa do Palmeiras, na derrota por 2 a 1 para a Ponte Preta, o atacante Max Santos, conhecido como Pardalzinho, ganhou confiança para a sequência de decisões que o time terá a partir desta quinta-feira. Ainda se adaptando a São Paulo, o goiano de Morrinhos diz que tudo está acontecendo mais rapidamente do que o esperado. Com seis jogos e um gol pelo Verdão (cinco jogos segundo dados oficiais do clube), ele sonha a todo momento com uma chance mais concreta de mostrar seu futebol.
- Faz quatro meses que eu estou aqui, e acho que tudo está acontecendo meio rapidamente para mim. Achei que ia demorar um pouco mais para jogar, mas no decorrer dos treinos venho agradando e o Felipão me utilizou antes do que eu imaginava. A todo momento eu sonho em estar entrando, jogando, fazendo um gol decisivo. Está sendo muito bom – admitiu Max.
No elenco, o ambiente é bom. As brincadeiras dos mais experientes não incomodam o Pardalzinho, que se sente querido no grupo. Perguntado sobre sua maior deficiência, ele não titubeou.
- É a perna direita, mas já está calibrada – disse o canhoto atacante.
Tudo está acontecendo rapidamente para mim"
Max Santos
Bem no momento da resposta, Lincoln passava por Max e brincou:
- O quê? A direita calibrada? Achei que ele estivesse falando da perna esquerda.
Rindo muito, Max Santos prosseguiu a conversa. E assim é a rotina do atacante, que passa a maior parte do tempo em São Paulo entre o CT e sua casa, localizada em um bairro da zona norte, a cinco minutos da Academia de Futebol. Para fazer um circuito diferente, um passeio, ele ainda pede ajuda dos mais experientes.
- O mais importante é o Márcio Araújo, que sempre me busca em casa, vou ao culto na casa dele, saímos para jantar. Outros também me ajudam, Assunção, Valdivia, Kleber... Todos são gente boa – afirmou Max Santos.
Em mês de decisões em Paulistão e Copa do Brasil, o Pardalzinho se apresenta como opção para resolver. Convencer Felipão de que merece uma chance, ele acredita que já conseguiu.
- Venho trabalhando para isso. Acho que não estou decepcionando – resumiu.

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